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	<title>euPodo.com.br &#187; fabilipo</title>
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	<description>Nostalgia was better in the old days</description>
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		<title>Control</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 20:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muito a falar sobre Control, mas pra começar, é dizer que é o melhor filme dos últimos tempos.
Filme sóbrio, perfeito, roteiro bacana, cinematografia excepcional, diretor que sabe seu lugar e não quer ficar aparecendo com “mirabolâncias bestas”.
A câmera é absolutamente não intrusiva, sabe seu lugar mesmo, ta ali pra retratar e não interferir na história.
Anton [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_R8-XI_Wridc/R3vnQj9qEYI/AAAAAAAAAI0/B6m6q_PJYm0/s1600-h/control.jpg" rel="lightbox"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_R8-XI_Wridc/R3vnQj9qEYI/AAAAAAAAAI0/B6m6q_PJYm0/s320/control.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150964870546067842" /></a><br />
Muito a falar sobre <a href="http://www.imdb.com/title/tt0421082/">Control</a>, mas pra começar, é dizer que é o melhor filme dos últimos tempos.<br />
Filme sóbrio, perfeito, roteiro bacana, cinematografia excepcional, diretor que sabe seu lugar e não quer ficar aparecendo com “mirabolâncias bestas”.<br />
A câmera é absolutamente não intrusiva, sabe seu lugar mesmo, ta ali pra retratar e não interferir na história.<br />
<a href="http://www.imdb.com/name/nm0179221/">Anton Corbijn</a>, o diretor, é fotografo desses famosíssimos e foi amigo dos caras do Joy Division na época e diz ele que desde então quis filmar essa história. E foi por ser amigo dos caras que a mulher do Ian liberou os direitos de seu livro de memórias. E ela ficou ali do lado o tempo todo (diz outra lenda) palpitando  e escolhendo elenco e tudo. Inclusive a filha deles, que hoje é fotografo, fez os stills do filme.<br />
Bom, o legal do filme é que mostra que os caras da banda eram uns moleques normais, que iam pra escola, tomavam remédios da velhinhas vizinhas, ficavam doidos, fumavam escondidos, ouviam muito Bowie, se montavam, tudo o que todo mundo faz naquela idade. Inclusive as deprês da idade, as incertezas. Só que nesse caso esses “infortúnios” foram levando esses caras a fazerem músicas e essas músicas foram levando esses caras a fazerem shows e mais shows e o Ian, o vocalista da banda, letrista e atormentado não segurou a onda de esposa, filha, amante belga, banda indo fazer tour americana e se enforcou na véspera da viagem.<br />
Eles faziam músicas pra não se gostar, pra não serem bonitas, faziam músicas que lancinavam a alma.<br />
O nível do cara era alto (ou baixo) demais, era o tipo de cara que quando tentou se matar deixou um bilhete pra mulher dizendo que amava e tal e pedindo pra ela avisar a tal amante francesa que também a amava.<br />
Disso tudo saiu a banda fodona que depois se tornou o New Order, e melhor ainda, saiu esse filme lindo, com uma atuação inacreditável do <a href="http://www.imdb.com/name/nm0727165/">Sam Reiley</a> no papel do Curtis, meio que encarnando o cara. No vídeo abaixo tem um mashup que foi feito com cenas do filme e cena originais, e dá pra se ter uma idéia ótima do que o cara faz. Uma piada ótima no filme é que fazem com o Ian/Reiley no início da banda, dizendo que era melhor ele ser vocalista do Joy Division do que ser vocalista de uma banda tipo The Fall, uma crítica a banda mas também uma piada  com o próprio Reiley que fez o papel do Mark E. Smith em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0274309/">outro filme</a>.<br />
Pra quem já foi adolescente, gosta de música, gosta de cinema, gosta de fotografia, esse é o filme perfeito. Só esperar estrear e se jogar!</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qrFKu3xwTlQ&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/qrFKu3xwTlQ&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Aqui o mashup:</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fco_pH5F9xA&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fco_pH5F9xA&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>com <a href="http://blogdofabilipo.blogspot.com">blog do fabilipo</a></p>
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		<title>Império dos Sonhos</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 20:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[davidlynch]]></category>
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		<description><![CDATA[
Em 92, eu cobri o festival de Cannes pra revista Set (r.i.p.) e Fire Walk With Me competia. Consegui uma entrevista com David Lynch, e na hora, entraram ele, sua mulher na época e diretora de arte do filme e o anão, aquele que falava ao contrario nos sonhos do filme e do seriado. Bom, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_R8-XI_Wridc/R3plHj9qEXI/AAAAAAAAAIs/zthuKZEYQq8/s1600-h/1185442074727.jpg" rel="lightbox"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_R8-XI_Wridc/R3plHj9qEXI/AAAAAAAAAIs/zthuKZEYQq8/s320/1185442074727.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150540304438923634" /></a><br />
Em 92, eu cobri o festival de Cannes pra revista Set (r.i.p.) e Fire Walk With Me competia. Consegui uma entrevista com David Lynch, e na hora, entraram ele, sua mulher na época e diretora de arte do filme e o anão, aquele que falava ao contrario nos sonhos do filme e do seriado. Bom, eu perguntava pro Lynch e quem respondia era o anão. Achei que era uma piada, mas não era. Foi sério o tempo todo.<br />
Bom, foi foda. E acho que isso meio que explica um pouco como funciona o cara.<br />
Inland Empire seu mais recente “filme”, é sim o mais doido e o pior .<br />
Quer dizer&#8230;<br />
Obviamente não dá pra dizer sobre o que é o filme, mas talvez seja sobre uma atriz que vai fazer um filme cujo roteiro é amaldiçoado; na primeira tentativa de produzí-lo os atores principais morreram e eu fiquei esperando o tempo todo acontecer a mesma coisa. Mas é pior, garanto.<br />
É terror, é horror, é drama, é comedia, é surreal, é de tudo um pouco, não é nada, sei lá. Me irritou muito o filme ter 3 horas, muita coisa pra nada. Ou pouco demais pra que eu entendesse, irritou ainda.<br />
A conclusão que eu tirei do filme é a seguinte, mais ou menos: Lynch fez Inland Empire com câmeras digitais, vídeo. O filme que ele está filmando dentro de Inland é feito com câmeras Panavision, película, 35mm. Assim, a conclusão é que pro diretor doidão, o cinema é película. Já que ele ta fazendo vídeo, o que ele ta fazendo é alguma coisa que não cinema, talvez sonho, talvez pesadelo, mas não cinema. Ou o contrário. Talvez o que ele esteja fazendo, o Inland, seja cinema, em vídeo, mas cinema. E dentro do filme alguma coisa antiquada, que se perdeu, que se misturou.<br />
Entendeu? Pois é, o filme é assim, sem que se entenda nada, ou quase nada. Como sempre.<br />
Lynch vem pi(o)rando com o tempo, pense em Veludo Azul e pense em Estrada Perdida, como ele tá mais e mais surreal/doido/estranho/sei-lá-o-quê com o passar dos anos.<br />
A trilha do filme é um primor, e pela primeira vez tem muita música feita pelo próprio Lynch, mais do que músicas de outros caras. Dá pra baixar <a href="http://www.mininova.org/tor/915863">aqui</a> a trilha e vale bem a pena.<br />
Agora, o filme é um presente pra Laura Dern, sua atriz talvez preferida mesmo: o filme é dela e pra ela. Ela está genial, super atriz competente e num nível que são poucas as que chegam lá, ainda mais na sua idade. E o resto do elenco, de colaboradores meio que fixos do Lynch, com destaque mesmo pras cenas iniciais do filme com a doida da Grace Zabriskie, desfocada e atordoada!<br />
Nem adianta falar tanto do foco ou da falta dele ou da opção pelo foco no lugar errado, da luz, dos escuros do filme, da não-concessão absoluta de Lynch, mas nada adianta, nada explicaria ou justificaria não ver mais uma porrada desse doido, o mesmo do anão!<br />
<object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_DlYCvxvPZY&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_DlYCvxvPZY&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>com <a href="http://blogdofabilipo.blogspot.com">blog do fabilipo</a></p>
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		<title>LCD is playing at my house&#8230; my house!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 13:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Era uma vez um James Murphy.
Esse ano definitivamente é o ano do cara. O mais recente álbum do LCD Soundsystem, o , é um dos melhores do ano.
O show dos caras estava sendo super esperado e foi uma dádiva dos deuses do rocknroll.
Noite de terça-feira de calor na paulicéia, a torcida por um ingresso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma vez um James Murphy.<br />
Esse ano definitivamente é o ano do cara. O mais recente álbum do LCD Soundsystem, o , é um dos melhores do ano.<br />
O show dos caras estava sendo super esperado e foi uma dádiva dos deuses do rocknroll.<br />
Noite de terça-feira de calor na paulicéia, a torcida por um ingresso de última hora mais barato na bilheteria era premente. Chegar na casa de show e ver quase ninguém do lado de fora foi bom, mas estranho. Como assim, o show do ano e ninguém pra ver?<br />
Entro na fila, compro o ingresso, aproveito e já compro pra ver Interpol em março do ano que vem, só pra garantir. Logo ali depois já me oferecem convite, tem sobrando, pouca gente. E ainda encontro a assessora de imprensa amiga que oferece mais convites. E mais um amigo tem sobrando também. Recupero meu dinheiro e ligo pra amigos que não vieram.<br />
Entro, pouca getne, bem pouca gente, todos os amigos por lá, isso depois de uma semana de shows, saindo todos os dias pra ver alguém diferente.<br />
Aliás, na noite anterior, numa daquelas festas fechadas de segunda a noite, o tal Murphy foi dj pra umas 100 pessoas, eu no caso e mais umas 99, tocou tanta música velha, tanto anos 70 que eu me senti no que deveria ter sido o Papagaio’s Disco Club ou o Hipopotamus da 9 de julho. Foi engraçado, mas eu esperei ele tocar uma música boa. Só que a blue monday gritou e eu fui pra casa antes mesmo do Stephen do 2ManyDjs entrar pra tocar.<br />
Mas o James (íntimo) não me decepcionou.<br />
Hoje, terça feira, depois do melhor show do ano, o LCD Soundsystem mostrou a que veio. Não só o melhor disco, não só o melhor show, mas o melhor dos shows, numa casa com lotação razoável, sem estar cheia demais.<br />
Espaço pra dançar, pra dar risada, pra ouvir e ver o show direito, foi inacreditável.<br />
Todas as músicas que eles tocaram foram todas as músicas que eu queria ouvir.<br />
Show sem firulas, já mandando o hit “Daft Punk Is Playing At My House” como segunda música do show, é ter muita certeza do repertório que tem. E foi foda demais, impecável.<br />
Repertório bom o suficiente pra terminar o show com uma NY calminha, mas pesada ao mesmo tempo.<br />
Showzaço de uma banda de rock afiadíssima, com 2 guitarras e baixo, às vezes 2 baixos sem guitarra, mas com uma bateria sempre em primeiro plano e com os teclados e o vocal  feminino quase que comandando a cozinha da banda mesmo.<br />
E o tal do James Murphy lá na frente, cantando pra caralho, comandando os ótimos músicos e bagunçando sempre que pôde com sua percussão e seus falsetes perfeitos.<br />
Pena que pra um LCD Soundsystem temos que ver tanta porcaria. A lei da compensação que fode com tudo sempre. Mas dessa vez, fudeu bem fudido. Gozei bastante!<br />
com <a href="http://blogdofabilipo.blogspot.com">blog do fabilipo</a></p>
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		<title>Stardust, o filme! Bem médio!</title>
		<link>http://eupodo.uol.com.br/2007/10/16/stardust-o-filme-bem-medio/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 16:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Neil Gaiman é Deus! Na minha modesta opinião, hoje em dia não tem ninguém que crie e escreva e invente melhor que ele. O sandman tatuado no meu braço é prova da minha devoção a esse cara. Leio tudo, tenho tudo e adoro mesmo. Tenho livro autografado, revista autografada e através dele acabei conhecendo um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/10/star.jpg" align="top" height="690" width="450" /></p>
<p>Neil Gaiman é Deus! Na minha modesta opinião, hoje em dia não tem ninguém que crie e escreva e invente melhor que ele. O sandman tatuado no meu braço é prova da minha devoção a esse cara. Leio tudo, tenho tudo e adoro mesmo. Tenho livro autografado, revista autografada e através dele acabei conhecendo um monte de outros caras fodões dentre eles o outro mestre Dave MacKean. Uma das coisas que eu mais espero, eu e a torcida do flamengo, é o filme do Sandman, muito falado e ainda nada.</p>
<p>Mas, enquanto isso, fui ver Stardust esses dias. Claro que eu tava super ansioso e claro que me decepcionei. O filme é bacana, o elenco é ótimo, o roteiro é bom, deixaram basicamente os personagens legais da história e funcionou. Mas&#8230;..<br />
<span id="more-1936"></span><br />
O filme deixou a desejar um pouco em relação a condução da história, talvez um pouco carregada demais na condução e meio que arrastada em muitos momentos. Iss E isso é o bacana da históo me deixa super decepcionado, imagino o diretor sentado na ilha com fudendo a edição do filme, pedindo pra ir mais devagar, sei lá. Juro que não entendo.</p>
<p>Mas eu gostei muito da Claire Danes, muito linda, puta atuação fodona, me deixou bem impressionado como sempre. E o carinha que faz o personagem principal, Charlie Cox, surpreende ao longo do filme, começando como um moleque perdido, adolescente mesmo querendo ganhar o mundo e termina como um homem bacana, de atitude, meio que num rito de passagem excepcional.</p>
<p>A bem da verdade é bem isso que o filme é, uma história de amor e um rito de passagem, vistos e vividos de formas bem diferentes. E isso é o bacana de Stardust, Gaiman cria um universo absolutamente mágico e lindo pra contar uma história de amor, a história de uma estrela que cai na terra, histórias de princesas e mágicos e bruxas e piratas gays. Agora é esperar o dvd original sair cheio de extras e ter em casa.</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZNaYYcvQrvk"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZNaYYcvQrvk" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p><br />
via <a href="http://blogdofabilipo.blogspot.com">blog do Fabilipo</a>.</p>
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		<title>Pushing Daisies, ou como seria o Tim Burton sorrindo.</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 20:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tim Burton é Deus! Tá, conta uma nova!
Todo mundo sabe, o cara é genial mesmo, fez escola. Faz filmes cada vez melhores, escreve livros maravilhosos e continua na ativíssima com seu humor peculiar e seu &#8220;mundo&#8221; também peculiaríssimo.
E o mais bacana disso é quando a gente vê referências dele em outros trabalhos. Assistindo David Letterman [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000318/">Tim Burton</a> é Deus! Tá, conta uma nova!<br />
Todo mundo sabe, o cara é genial mesmo, fez escola. Faz filmes cada vez melhores, escreve livros maravilhosos e continua na ativíssima com seu humor peculiar e seu &#8220;mundo&#8221; também peculiaríssimo.</p>
<p><img src="http://bp3.blogger.com/_R8-XI_Wridc/Rw0xGUWXRlI/AAAAAAAAADA/6IPtgcwoVsE/s320/180px-Melancholydeath.jpg" align="left"/>E o mais bacana disso é quando a gente vê referências dele em outros trabalhos. Assistindo David Letterman essa semana, eu vi uma entrevista do grande diretor <a href="http://www.imdb.com/name/nm0001756/#director">Barry Sonnenfeld</a> (de Família Adams, dentre outros). Ele estava lá pra promover o lançamento de uma série nova, &#8220;<a href="http://www.imdb.com/title/tt0925266/">Pushing Daisies</a>&#8220;. Fiquei impressionado pela entrevista porque o cara é um demente, bem engraçado. Falou bem demais, mostrou a bota de cobra dele e falou absurdos. Quando ele mostrou o trailer do primeiro episódio, kct!</p>
<p>Eu acho que os caras devem ter tentado chamar o Burton pra dirigir, porque tudo tem a ver com ele. A série é do mesmo cara que escreveu Dead Like Me e também fala de gente que já morreu. Quase. Na verdade é a história de um cara que consegue trazer os mortos de volta à vida por 1 minuto. Com o toque de seu dedo. E daí tem q tocar de novo pra pessoa morrer de novo, porque se a pessoa continua viva, alguém que estiver por perto morre no lugar dela. E outra, se a pessoa continua viva, ele não pode mais tocar nessa pessoa, senão morre de novo. Ah, e pra &#8220;piorar&#8221;, essa pessoa que continua viva não morre nunca mais!<br />
Sim, um monte de coisas legais, idéias estranhas e que acabam funcionando bem demais.</p>
<p>O roteiro é ótimo, o elenco é ótimo e os personagens são bem legais. Agora, o legal do Sonenfeld é que ele deve ter levado uma equipe toda dele com diretor de arte fodão e o mundo que eles criaram pra isso tudo é fenomenal, bem onírico, bem colorido, bemlindo mesmo.<br />
Se o primeiro capítulo for mesmo usado como linha pra todo ano dea série, vai ser o estouro de comédia do ano, com certeza. e o ator principal, <a href="http://www.imdb.com/name/nm1195855/">Lee Pace</a>, vai ser a revelação do ano. Ou já é!<br />
Mais vício, mais download e mais torcida pra passar aqui na tv!</p>
<p>com <a href="http://blogdofabilipo.blogspot.com">Blog do Fabilipo </a></p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9qikoHqugOs"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9qikoHqugOs" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p></p>
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		<title>Heroes &#8211; começa a segunda temporada</title>
		<link>http://eupodo.uol.com.br/2007/09/27/heroes-comeca-a-segunda-temporada/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 19:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já falei aqui que Heroes mudou a tv americana ano passado e fez com que os caras do LOST acordassem e fizessem no último episódio que foi ao ar esse ano um dos melhores da série que era a queridinha de todo mundo.

Era, até que Hiro Nakamura nos conquistou com seu jeitinho quase bobo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei aqui que Heroes mudou a tv americana ano passado e fez com que os caras do LOST acordassem e fizessem no último episódio que foi ao ar esse ano um dos melhores da série que era a queridinha de todo mundo.</p>
<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/global1.jpg" align="left" height="95" width="128" /></p>
<p>Era, até que Hiro Nakamura nos conquistou com seu jeitinho quase bobo de herói de carne e osso e óculos de grau. Depois de um final de temporada também surpreendente, depois de matar muito personagem principal, depois de nos deixar esperando pelo Hiro e pelo Peter e pela nossa cheerleader preferida, nessa última terça feira Heroes foi ao ar no primeiro episódio da segunda temporada por lá na tv e por aqui nos computadores dos mais avisados. E eu digo que a início foi bem bacana, sem muitos choques radicais, a não ser a piração da loirinha que sabe onde todos os heróis estão e agora está quase doida com pesadelos do vilão mór. Alguém falou que o Sylar morreu? Tomara!</p>
<p>Personagens novos são apresentados, Hiro tá ainda no passado onde foi parar no último episódio, a família Petrelli desmoronada e o Peter&#8230; Onde está o Peter?</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/f3aBpGruVyw"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/f3aBpGruVyw" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
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		<title>Planet Terror</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 17:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Planet Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Rodriguez]]></category>

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		<description><![CDATA[
Robert Rodriguez, como todos sabem, é um puta diretor! Sin City veio confirmar isso. Ele tem uma produtora, tem estúdio, escreve, dirige, finaliza os filmes, e faz o que ele quer.
Prova disso é o projeto &#8220;grindhouse&#8221; que ele fez com seu amigo Tarantino, 1 filme dirigido por cada um, baseado nos filmes trash dos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/planet_terror.jpg" align="top" height="373" width="500" /></p>
<p>Robert Rodriguez, como todos sabem, é um puta diretor! Sin City veio confirmar isso. Ele tem uma produtora, tem estúdio, escreve, dirige, finaliza os filmes, e faz o que ele quer.</p>
<p>Prova disso é o projeto &#8220;grindhouse&#8221; que ele fez com seu amigo Tarantino, 1 filme dirigido por cada um, baseado nos filmes trash dos anos 70 que passavam em sessões duplas por cinemas pulgueiros americanos (os tais grindhouses).</p>
<p>Eu assisti &#8220;Planet Terror&#8221;, o filme/episódio de Rodriguez, um filme de zumbis maravilhosamente trash e engraçado e cruel e bem dirigido. A grande coisa do filme são os personagens, melhor até que a história banal de zumbis querendo comer carne humana. Fico pensando aqui o que poderia contar do filme para não estragar surpresas e não tem muita coisa. Só diria que ele meio que recriou o conceito de heroína, mais até do que herói, e a musa Rose McGowan é a personificação desse conceito novo junto com todo o resto do elenco feminino: perna de metralhadora, seringas como armas, lésbicas doidas, mãe que larga uma arma na mão do filho pequeno e por aí vai.</p>
<p>Muito zoom, muita música incidental, muito close, muito da estética do cinema dos anos 70 me fez sair deliciado do cinema, rindo muito e achando que o cinema americano ainda tem jeito fora do esquemão todo.</p>
<p>Ah, uma última coisa: eu assisti o filme me Madrid, dublado em espanhol e isso foi o único detalhe perdido por Rodriguez: o filme seria muito melhor se fosse dublado mesmo! Mais bizarro!</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JXs5wdsKTfk"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JXs5wdsKTfk" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p></p>
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		<title>Seriados na TV</title>
		<link>http://eupodo.uol.com.br/2007/09/25/seriados-na-tv/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 18:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Heroes]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Fim do ano, início ou reinício da melhor safra de seriados da televisão americana dos últimos tempos. E por conseqüência, sorte nossa que assinamos e pagamos caro pelos canais a cabo por aqui.

Ontem, dia 24 de setembro estreou a segunda temporada de HEROES por lá, e por aqui também via torrents da vida, deixando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim do ano, início ou reinício da melhor safra de seriados da televisão americana dos últimos tempos. E por conseqüência, sorte nossa que assinamos e pagamos caro pelos canais a cabo por aqui.</p>
<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/heroes.jpg"><br />
Ontem, dia 24 de setembro estreou a segunda temporada de <strong>HEROES</strong> por lá, e por aqui também via torrents da vida, deixando a gente ainda mais impressionado depois do final maravilhoso do primeiro ano. O pilar <strong>LOST</strong> só volta em fevereiro com seus agora 3 tempos, passado, presente e futuro. E enquanto isso a gente fica se contentando com o que vai chegando de novo, como <strong>GOSSIP GIRL</strong>, a nova The O.C. só que em NY. Estreou por lá semana passada e por aqui chega em novembro.</p>
<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/californication2.jpg" /><br />
Muito sexo, pouca droga e um pouco de rocknroll, servindo de base de lançamento de um monte de bandinha boa na tv. Outra série imperdível que já está no sétimo episódio e que também estréia por aqui em novembro é <strong>CALIFORNICATION</strong>, com o David &#8220;Agente Mulder&#8221; Duchoviny como um escritor com crise de criatividade que sai de NY e vai para LA. Não consegue escrever mas consegue ( e muito) fazer sexo e falar muito e beber muito: a media de 3 pares de seios por episódio ta criando um buzz maior do que o esperado pelos produtores.</p>
<p>Séries geniais como <strong>GREY&#8217;S ANATOMY, DESPERATE HOUSEWIVES, DEXTER, MY NAME IS EARL</strong> e a melhor de todas <strong>30 ROCK</strong> , todas essas em cartaz já na tv brasileira, fazem com que a gente confirme a boa safra da tv estadunidense contra uma das piores safras do cinema americano atual.</p>
<p>Sim, a tv americana é o novo cinema deles mesmo!</p>
<p></p>
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		<title>Boys Noize ao vivo, Creamfields Andalucia, Espanha, agosto2007</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 20:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boys Noize]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>

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Como disse o João no texto aqui abaixo, o lançamento do álbum do Boys Noize fecha com chave de ouro os lançamentos dessa safra nova de artistas que ficam num meio do caminho bem bom entre o rock, o electro, o dance, o eletrônico, misturando tudo e fazendo coisas muito interessantes. Esse ano já tivemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/boys.jpg" /></p>
<p>Como disse o João no texto aqui abaixo, o lançamento do álbum do Boys Noize fecha com chave de ouro os lançamentos dessa safra nova de artistas que ficam num meio do caminho bem bom entre o rock, o electro, o dance, o eletrônico, misturando tudo e fazendo coisas muito interessantes. Esse ano já tivemos os lançamentos dos álbuns do Justice, Simian Mobile Disco e agora esse &#8220;Oi Oi Oi&#8221;, nos deixando com muita vontade de ver esses caras tocando ao vivo pra conferir o quanto isso é de verdade mesmo. Eu tive oportunidade de ver Simian Mobile Disco ao vivo no Skol Beats desse ano aqui em São Paulo, ver Justice ao vivo em agosto abrindo pro Chemical Brothers em Santander na Espanha e finalmente ver Boys Noize ao vivo no prestigioso Creamfields na Espanha no mesmo agosto.</p>
<p>Tudo o que o Simian tinha me impressionado com os graves estourados aqui em São Paulo, tudo o que o Justicce tinha me impressionado com o espírito rocker do show ao vivo, o Boys Noize juntou o melhor dos dois e fez a melhor apresentação de um &#8220;grupo&#8221; &#8220;eletrônico&#8221; novo esse ano pra mim. (justificando as duas aspas, Boys Noize não é grupo, é um cara só, o alemão Alex Ridha, e não é totalmente eletrônico também, como disse antes, tendo muito de rock em sua sonoridade e principalmente atitude).<span id="more-1798"></span></p>
<p>O cara tocou sozinho pra um público inicial bem pequeno (no palco principal o imã Prodigy atría a massa) que foi crescendo à medida que seu set também foi crescendo atingindo vários ápices de quase catarse coletiva ou tocando suas próprias músicas como &#8220;Don&#8217;t Believe The Hype&#8221; ou tocando seus já clássicos remixes como o do Bloc Party.</p>
<p>E o alemão ainda parava o set pra tirar foto da platéia, pausava a música pra dançar no meio da galera e mostrava uma técnica inigualável na manipulação do seu potente mixer mostrando o poder do conhecimento técnico aliado ao bom senso musical, percebendo que a hora que ele tocou um minimal (!!!) eo povo quase vaiou, já pulou de volta pra um Joy Division sem mixar mesmo e que caiu como uma luva na quente noite espanhola do verão mais seco dos últimos tempos.</p>
<p>O que me deixa triste é que ele tem sido oferecido pra festivais e festas aqui no Brasil, e pelo hype todo e por toda a fama, melhor dizendo, seu cachê bem alto tem desanimado os produtores daqui. Mas eu garanto, como já falei pra alguns, que um dos 3 shows do ano, com certeza. É torcer e esperar!</p>
<p></p>
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		<title>Hairspray</title>
		<link>http://eupodo.uol.com.br/2007/09/20/hairspray/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 15:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabilipo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Walken]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Hairspray]]></category>
		<category><![CDATA[John Travolta]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hairspray é um filme peculiar, pra dizer o menos.
É a refilmagem de um filme do mesmo nome&#8230;recente! Sim, o filme original é de 1988, tem menos de 20 anos e já tem uma refilmagem. Crise criativa no cinema americano? Falta de opção como podemos ver em tantas seqüências recentes? Desespero? Sim. Sim. E sim.
O original, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/hairspray.jpg" align="top" /></p>
<p>Hairspray é um filme peculiar, pra dizer o menos.</p>
<p>É a refilmagem de um filme do mesmo nome&#8230;recente! Sim, o filme original é de 1988, tem menos de 20 anos e já tem uma refilmagem. Crise criativa no cinema americano? Falta de opção como podemos ver em tantas seqüências recentes? Desespero? Sim. Sim. E sim.</p>
<p>O original, do mestre trash John Waters, era um filme de baixo orçamento, como todos do diretor, que se passava em sua Baltimore natal, no início dos anos 60, em meio a conflitos raciais no careta e preconceituoso sul americano. O pano de fundo é um programa adolescente de dança “super branco”, tão branco que uma vez por mês tinha o “Negro Day”, o dia do negro, onde os negros dançavam e cantavam seu r&amp;b longe dos brancos, sem misturas mesmo.</p>
<p>Já nos outros dias “dos brancos”, se você não fosse bonitinho, loirinho, também não dançava nem cantava, então a segregação era total: gordos demais, feios demais, altos demais, baixos demais, todo excesso era proibido na branca Baltimore. Até que uma gordinha se junta aos negros de sua escola pra dançar e acaba aparecendo no programa e ganha prestígio e audiência e se torna a queridinha do programa e do público.</p>
<p>Com isso tudo muda, os negros se sentem mais fortalecidos pra tentar seu espaço enquanto os brancos burgueses se sentem cada vez mais ameaçados. E o fuzuê acontece.</p>
<p>E o filme original, a verve, a sacanagem, a podridão vem à tona pelas mãos do debochado Waters. E como a cultura do reciclado americano impera, alguém teve a brilhante idéia de pegar esse filme maginal e transformar num musical da broadway com toda pompa e circunstância. Não é que o musical deu certo, fez sucesso e acabou virando filme?<br />
Vamos lá, pra não nos perdermos: o filme vira musical de teatro que vira filme. De novo? É, de novo!<br />
O Hairspray de 2007 é bacana, um musical, engraçado, colorido, exagerado, sem a sacanagem e a não sutileza do filme original, mas bacana sim, uma diversão garantida.</p>
<p>A história é a mesma, a gordinha, os negros, os brancos, as danças e os concursos, tudo igual, mas tudo diferente.<br />
Coisas imperdíveis dessa nova versão: logo no início, é mostrado o tarado da cidade, interpretado pelo autor do filme original, John Waters. Rick Lake, a gordinha do filme original é uma das juradas do concurso final de dança. E o elenco é muito bom, muito bem dirigido e inacreditavelmente bem escolhido: Christopher Walken, Queen LAttifah, a maravilhosa e sumida Michelle Pfeiffer e a grande surpresa do filme, John Travolta, como a mãe gorda da gordinha dançarina. Aliás, essa história do Travolta deve ter sido por causa ainda do filme original quando o travesti Divine, a musa do diretor Waters, era a mãe da gordinha. Travolta ta quase irreconhecível, impagável, e deve ganhar vários prêmios por esse papel, pra mim a grande surpresa do filme mesmo.</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kkzcNF-jlWw"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kkzcNF-jlWw" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
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