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	<title>euPodo.com.br &#187; joao</title>
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		<title>Melhores discos de 2007</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 20:39:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[1 &#8211; BRACKEN, we know about the need (indie electronic / experimental)
2 &#8211; PJ HARVEY, white chalk (pop / adult alternative)
3 &#8211; THURSTON MOORE, threes outside the academy (indie rock / avant-garde) 
4 &#8211; GUITAR, dealin with signal and noise (trip hop / indie electronic)
5 &#8211; BOYS NOIZE, oi oi oi (new rave / electro)
6 - MAXïMO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1 &#8211; BRACKEN, we know about the need (indie electronic / experimental)
<p>2 &#8211; PJ HARVEY, white chalk (pop / adult alternative)</p>
<p>3 &#8211; THURSTON MOORE, threes outside the academy (indie rock / avant-garde) </p>
<p>4 &#8211; GUITAR, dealin with signal and noise (trip hop / indie electronic)</p>
<p>5 &#8211; BOYS NOIZE, oi oi oi (new rave / electro)</p>
<p>6 - MAXïMO PARK, our earthly pleasures (indie rock / post-punk revival)</p>
<p>7 &#8211; FENNESZ SAKAMOTO, cendre (ambient techno / experimental)</p>
<p>8 - SHOCKING PINKS, shocking pinks (lo fi / indie pop)</p>
<p>9 &#8211; AIRIEL, the battle of sealand (shoegaze / ambient)</p>
<p>10 &#8211; RAVEONETTES, lust lust lust (shoegaze / noise pop)</p>
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		<title>SHOCKING PINKS, ‘Shocking Pinks’, (DFA Records)</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 00:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Musica]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucas bandas na minha vida, mesmo quando eu era adolescente, me fizeram querer montar uma banda. O Shocking Pinks fez. Quando coloquei pra tocar o primeiro long play desta one man band da Nova Zelândia, imediatamente voltei a ter quinze anos, com um all star nos pés e uma guitarra na mão. Nick Harte, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/10/417-5kw7m2l_ss500_.thumbnail.jpg" align="letf" alt="Capa Shocking Pinks" width="128" height="128" />Poucas bandas na minha vida, mesmo quando eu era adolescente, me fizeram querer montar uma banda. O Shocking Pinks fez. Quando coloquei pra tocar o primeiro <em>long play</em> desta one man band da Nova Zelândia, imediatamente voltei a ter quinze anos, com um all star nos pés e uma guitarra na mão. Nick Harte, o cara por trás dos Shocking Pinks, utiliza seu vocal displicente à Pavement para fazer soarem atuais clichês dos anos 90 como a estética lo-fi de compor/tocar e a rebeldia juvenil – ouçam “Victims”, por exemplo. A cartela de referências de Hart é ainda maior: ele se apropria da melancolia folk (“How Am I Not Myself?”) e de elementos shoegaze (“Second Hand Girl”) para nos fazer lembrar de como é divertido, sim, tocar com os amigos na garagem de casa. Todas as faixas, claro, são gravadas com muita sujeira, e a sensação é de ouvir uma fita cassette.O mais curioso da história é que este disco, homônimo, sai pela DFA Records, selo de eletrônica de James Murphy, o mentor do LCD Soundsystem. Ao assinar com o Shocking Pinks, Murphy &#8211; um dos mais influentes produtores da eletrônica atual &#8211;  afirma que, mais do que as misturas de rock e sintetizadores das pistas, o rock puro e tosco e inconsequente merece figurar nas listas de melhores. </p>
<p></p>
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		<title>EDDIE VEDDER, &#8220;Into The Wild&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 01:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Vedder]]></category>
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		<category><![CDATA[Pearl Jam]]></category>

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Quando o vocalista de uma banda famosa se lança em carreira solo, o maior desafio que enfrenta é apresentar um trabalho diferente do de seu grupo original. 16 anos depois do primeiro disco do Pearl Jam, Eddie Vedder compôs, sozinho, a trilha sonora para Into The Wild, filme dirigido por Sean Penn sobre um garoto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/10/intothewildjpg.jpg" alt="Capa do disco Into The Wild" /><br />
Quando o vocalista de uma banda famosa se lança em carreira solo, o maior desafio que enfrenta é apresentar um trabalho diferente do de seu grupo original. 16 anos depois do primeiro disco do Pearl Jam, Eddie Vedder compôs, sozinho, a trilha sonora para <em>Into The Wild</em>, filme dirigido por Sean Penn sobre um garoto bem sucedido profissionalmente que larga tudo para morar na floresta – baseado no romance de Jon Krakauer.</p>
<p>E Vedder conseguiu. Sua iteligência está em extrair de dois cantores nos quais sempre se guiou, Neil Young e Bob Dylan, lições musicais diferentes das que utiliza no Pearl Jam, também a partir destes dois mestres do folk. <em>Into The Wild</em> traz onze faixas curtas que transitam com desenvoltura entre o pop radiofônico e a melancolia, com um pé fincado no interior poeirento. O destaque é o single “Hard Sun”, belíssimo duelo de vilões e guitarras com o backing vocal da Sleater-Kinney Corin Tucker.</p>
<p>Curiosamente, e talvez sem querer, o elo com a banda que o projetou está em algumas letras, como a de “Society”: <em>society / crazy indeed / hope you’re not lonely / withouth me</em>. Ou em “Long Nights”: <em>I&#8217;ve got this life / I&#8217;ll be around to grow / who I was before / I cannot recall. </em>Mais do que a trilha de um longa, o despojamento deste disco mostra a maturidade que os anos conferiram a Eddie Vedder. Sem nada a provar, fez belíssimas canções &#8211; no sentido estrito da palavra.</p>
<p>Por João Perassolo</p>
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		<title>BOYS NOIZE, “Oi oi oi”</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 19:21:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Boys Noize]]></category>
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Disco de estréia do produtor alemão Alex Ridha, conhecido pelo nome Boys Noize, “Oi oi oi” é como o ponto-síntese do que muitas pistas de dança vem tocando desde meados dos anos 90: eletrônica com pegada rock. O trabalho é a evolução natural de Ridha, que, apadrinhado pelo DJ Hell em 2003, entregou aos djs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/capa-boys-noize.jpg" alt="capa-boys-noize.jpg" /></p>
<p>Disco de estréia do produtor alemão Alex Ridha, conhecido pelo nome Boys Noize, “Oi oi oi” é como o ponto-síntese do que muitas pistas de dança vem tocando desde meados dos anos 90: eletrônica com pegada rock. O trabalho é a evolução natural de Ridha, que, apadrinhado pelo DJ Hell em 2003, entregou aos djs remixes indispensáveis de faixas de I-Robots, Feist, Kaiser Chiefs e Bloc Party.</p>
<p>As 14 músicas de “Oi oi oi” (sendo duas remixes já conhecidos) colocam lado-a-lado a agressividade comedida do MSTRKRFT com a porção dançante do Justice – ouçam “Don’t Believe The Hype” e “Superfresh”, por exemplo. É electro-rock pesado, mais pretensioso (no bom sentido) que Digitalism e Simian Mobile Disco somados, como atestam “Vergiftet” e “Shine Shine”.</p>
<p>“Oi oi oi” é um daqueles discos que vai virar referência em alguns anos. Representa o auge do que Prodigy e Chemical Brothers começaram láááá na década de 90, e capta com sensatez o espírito festivo que boa parte da eletrônica assumiu nos últimos anos. Alex Ridha acerta o ponto da mistura entre electro, rock, new rave e até um pouco de experimentalismo, acrescentando muita diversão nesta receita.</p>
<p>Por João Perassolo</p>
<p></p>
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		<title>PJ HARVEY, White Chalk (2007)</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 13:03:41 +0000</pubDate>
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E uma das divas do rock alternativo aposentou… o rock. White Chalk, oitavo disco de estúdio de Polly Jean Harvey, aprofunda a calma e a doçura apontadas em faixas do disco Is This Desire? (1998). Em boa parte, culpa de John Parish, parceiro antigo de PJ e um dos responsáveis pela produção do disco novo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p><a href="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/capawhitechalk.jpg" title="PJ Harvey - white chalk" rel="lightbox"><img src="http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/capawhitechalk.thumbnail.jpg" alt="PJ Harvey - white chalk" /></a></p>
<p>E uma das divas do rock alternativo aposentou… o rock. <em>White Chalk</em>, oitavo disco de estúdio de Polly Jean Harvey, aprofunda a calma e a doçura apontadas em faixas do disco <em>Is This Desire?</em> (1998). Em boa parte, culpa de John Parish, parceiro antigo de PJ e um dos responsáveis pela produção do disco novo. Não espere a cantora que rasgava sua voz e guitarras como em <em>Dry</em> (1992), nem o sopro de esperança pop de <em>Stories From The City, Stories From The Sea </em>(2000).</p>
<p><em>White Chalk</em> é de arranjos delicados, muito piano, gaitas e vocais quase-gospel, como em “Broken Harp”. Ou seja: mudou o sentido, mas não a direção. Ainda é PJ e dá pra sentir, seja nos delicados timbres vocais, seja na urgência &#8211; só ela, mesmo, para entitular uma faixa de “Dear Darkness”. Tem esse espírito, como no single “When Under Ether”, de delicadeza interior. Como a Clarice Lispector do rock.</p>
<p><em>White Chalk</em> será lançado, oficialmente, em 24 de setembro.</p>
<p>Por <a href="http://www.flickr.com/photos/cavalera" title="Por João Perassolo">João Perassolo</a></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>+Soma</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 01:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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E sábado passado rolou o lançamento da segunda edição da +Soma (www.maissoma.com), revista bimestral focada na cena independente de arte, música, moda e comportamento. Editada pela Kultur Studio, seus 10 mil exemplares têm distribuição gratuita em lojas, bares, cafés e galerias de arte, além de outros espaços que dialogam com arte/cultura.Um dos destaques da edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://eupodo.com.br/wp-content/uploads/2007/09/976845858_10b013bb91.jpg' alt='976845858_10b013bb91.jpg' /></p>
<p>E sábado passado rolou o lançamento da segunda edição da +Soma (<a href="http://www.maissoma.com">www.maissoma.com</a>), revista bimestral focada na cena independente de arte, música, moda e comportamento. Editada pela Kultur Studio, seus 10 mil exemplares têm distribuição gratuita em lojas, bares, cafés e galerias de arte, além de outros espaços que dialogam com arte/cultura.Um dos destaques da edição é o editorial de moda. Editora de moda da publicação, Helena Sasseron convidou oito profissionais de diferentes areas – nenhum fotógrafo de profissão &#8211; para clicarem looks pré-definidos. O resultado são oito imagens alternando entre o bizarro e o inusitado, algumas com pós-produção. Na maioria dos cliques a roupa aparece “diluída”, às vezes quase como um acessório. </p>
<p>Fotografei três filmes no Viaduto da Dr. Arnaldo – metrô Sumaré. Meu look era composto por um vestido Do Estilista e um tênis Cavalera. A foto escolhida mostra a peça de Sommer pendurada, com a Av. Sumaré embaixo. O ensaio completo com as minhas fotos que não entraram você vê <a href="http://www.flickr.com/photos/cavalera/1320618847/">aqui</a>.</p>
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